Um confuso espelho de almas
Dança com os ventos gelados
Em tuas visões tão sanguinárias
Espia pelas margens do Estígio*
Onde jaz escondido um pálido segredo
Ouve com atenção...
Os chamados sedutores da sereia/ Sirene
Anseie pelos dias em que alegre tu era
Ligado por juramento a um segredo
Um devoto do arcano
Lamentando uma vida contigo
Um descendente do aquoso angênteo
Transe de tua fragilidade
Atura o anêmico (exsangue)
Olhar para além das pálpebras fechadas:
o enigma de todos os mistérios
Cruzando na vida... meu coração
que brilha de tempos em tempos...
Eu estou fraco, muito fraco...
Um ciclo celeste vazio e sem vida
Tristeza ofuscante
És precioso para mim, Aphellion
Teus são os campos onde definhamos quietos
Exaustos no teu mundo lívido
Meu Aphellion
Em um espelho quebrado
Onde os véus da noite e do dia se parecem um só
Possam tuas pálpebras se reunirem novamente em uma vasta e frágil cruzada
Avigoramento de dor impregnam este tempo

*Rio Estígio: rio mitológito grego (baseado na mitologiafenícia) para onde as almas dos mortos iriam antes de chegaremao Inferno de Hades.



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